domingo, 22 de novembro de 2020
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sexta-feira, 15 de junho de 2012
apostila concurso da pf ESCRIVÃO DE POLÍCIA FEDERAL
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| Polícia Federal/Escrivão ESCRIVÃO DE POLÍCIA FEDERAL - VOLUME II - VOLUME I ESCRIVÃO DE POLÍCIA FEDERAL - COMPLETA |
segunda-feira, 7 de maio de 2012
shopping camboim: ofertas e atualidades.Confira!"...o cientista britânico James Lovelock, 92, admitiu que exagerou no catastrofismo."
Guru verde renega catastrofismo climático
Depois de prever que o aquecimento global mataria bilhões de pessoas e reduziria a humanidade a um punhado de refugiados no Ártico, o cientista britânico James Lovelock, 92, admitiu que exagerou no catastrofismo.
Criador da hipótese Gaia, segundo a qual a Terra se comportaria como um imenso organismo vivo, Lovelock é um dos gurus do movimento ambientalista.
Também escreveu uma série de best-sellers sobre o futuro apocalipse climático, como “A Vingança de Gaia”, de 2006.
Em entrevista ao site da rede americana MSNBC, Lovelock disse que o comportamento do clima da Terra desde o ano 2000 contrariou suas previsões mais pessimistas, e que serão necessários mais estudos para entender o futuro do planeta.
“O problema é que não sabemos o que o clima está fazendo, embora achássemos que sabíamos 20 anos atrás. Isso levou à publicação de alguns livros alarmistas, inclusive os meus”, disse Lovelock, um dos pioneiros do estudo da química atmosférica.
“O clima continua fazendo os seus truques de sempre. Não tem nada de muito emocionante acontecendo agora. Deveríamos estar a meio caminho de fritarmos”, mas não é isso o que está ocorrendo, reconheceu o pesquisador.
Esquisito – Para Lovelock, é estranho que a temperatura global da Terra não tenha passado por algum aumento nos últimos 12 anos, enquanto os níveis atmosféricos de CO2 (gás carbônico ou dióxido de carbono), principal gás que esquenta o planeta, continuam subindo e batendo recordes.
Lovelock declarou ainda que outros ativistas antiaquecimento global, como o ex-vice-presidente americano Al Gore, também forçaram a mão no catastrofismo.
Gore não se manifestou sobre a entrevista de Lovelock. As declarações também não repercutiram entre os principais climatologistas do mundo, em parte porque quase ninguém, entre os que estão na vanguarda das pesquisas sobre o clima, têm opiniões tão extremas quanto as que ele defendia.
“Fico feliz que ele tenha mudado de ideia, mas Lovelock simplesmente não lia mais a literatura científica sobre o clima”, disse o físico americano Joseph Romm, do site “Climate Progress”.
Para ficar só no exemplo mais simples, a maioria das simulações do clima do futuro indica que a temperatura global deve ficar mais de dois graus Celsius mais quente até o fim deste século.
Esse aumento pode causar secas, inundações e aumento (de 1 m) no nível do mar. Mas não deve chegar perto dos cinco graus Celsius propostos por Lovelock. (Fonte: Reinaldo José Lopes/ Folha.com)
http://noticias.ambientebrasil.com.br
segunda-feira, 23 de abril de 2012
terça-feira, 10 de abril de 2012
CRÉDITO DE CARBONO...
Índios de Rondônia vão vender carbono com selo verde
Uma tribo amazônica que até a década passada entregava suas terras à exploração ilegal de madeira será a primeira nação indígena do mundo a faturar com uma nova commodity: o carbono da floresta mantida em pé.
Os paiter-suruís, de Rondônia, receberam na semana passada duas certificações internacionais que lhes permitirão fechar contratos para gerar créditos de carbono pelo desmatamento que evitarem em seu território.
O projeto explora o chamado Redd (Redução de Emissões por Desmatamento), mecanismo que visa compensar financeiramente a manutenção de florestas tropicais, mitigando o gás carbônico que causa o aquecimento global.
O líder da tribo, Almir Narayamoga Suruí, estima que o negócio possa gerar de R$ 2 milhões a R$ 4 milhões por ano até 2038. O dinheiro será aplicado em uma espécie de “fundo soberano” para alavancar atividades econômicas sustentáveis, como o turismo e a produção agrícola nas terras já desmatadas.
O Projeto de Carbono Florestal Suruí, fruto de quatro anos de negociação, é o primeiro esquema indígena de Redd a receber os selos VCS (Verified Carbon Standard) e CCB (Climate, Community and Biodiversity).
Segundo Mariano Cenamo, do Idesan, ONG de Manaus que elaborou o projeto, o VCS dá a garantia aos investidores de que a tribo segue uma metodologia criteriosa para avaliar a redução das emissões. O CCB atesta que o projeto não afeta a biodiversidade ou os direitos dos índios.
O mercado mundial de Redd ainda é voluntário; sua regulamentação deve ocorrer em 2020. Apesar disso, só em 2010, ele cresceu 35% e hoje é estimado em US$ 250 milhões por ano no mundo.
Segundo Michael Jenkins, diretor da ONG americana Forest Trends, os potenciais clientes dos suruís incluem empresas em busca de “créditos carismáticos” para neutralizar emissões de seu processo produtivo. Quinze países estão regulamentando mercados de carbono, e o Redd deve fazer parte deles.
A validação do projeto ocorre no momento em que o Redd em terras indígenas anda na berlinda no país.
A Funai (Fundação Nacional do Índio) e a Advocacia-Geral da União investigam 30 contratos de compra de créditos de carbono fechados por aventureiros com índios Amazônia afora. Um deles, entre a empresa irlandesa Celestial Green e os líderes mundurucus, do Pará, proíbe a tribo de usar a própria terra.
O único projeto apoiado pelo órgão federal é o dos suruís -porque a etnia resolveu esperar a validação antes de assinar contratos.
“Não faltou gente interessada”, diz Almir Suruí. “Mas nunca recebemos um centavo. O projeto foi todo bancado com dinheiro de doação.”
O responsável por levantar a verba foi Jenkins. Ele estima em US$ 1 milhão o custo da montagem do projeto. O dinheiro foi usado em parte para contratar o Idesam, que inventariou o carbono estocado nas florestas da terra suruí e criou um modelo computacional para simular o desmatamento que ocorreria até 2038 sem o Redd.
Outra parte bancou um escritório de advocacia para determinar se os índios tinham direito ao carbono de suas terras – têm. “Saiu caro, mas agora temos uma análise jurídica para 15% do território brasileiro”, diz Jenkins, em alusão à área total das terras indígenas no país.
Negociação – A decisão dos suruís de lançar créditos de carbono no mercado foi fruto de longas negociações, que envolveram o consentimento de líderes de 25 aldeias e a expulsão de uma centena de madeireiras.
A costura foi feita pelo chefe Almir Suruí, 37, que ganhou fama em 2008 ao fechar um acordo com o Google para monitorar o desmate na terra indígena.
Contatados em 1969, os paiter (como os suruís se intitulam) eram conhecidos até o fim dos anos 1990 por venderem madeira a extratores ilegais de Rondônia. Quase toda a terra do grupo foi explorada.
O esquema gerou desagregação social e desigualdades de renda que fizeram lideranças jovens investirem contra ele a partir da última década.
Em 2007, começou a discussão sobre o Redd, no âmbito de um planejamento do uso do território suruí para os 50 anos seguintes. Em 2009, Almir fechou um acordo entre os clãs para parem de vender madeira e de arrendar terra a agricultores vizinhos.
“A economia declinou. Eles não viveram, sobreviveram”, conta Mariano Cenamo, do Idesam.
Ivaneide Bandeira, da Associação Etnoambiental Kanindé, ajudou os paiter nos debates. “A parte mais difícil foi convencer os indígenas envolvidos no roubo de madeira de que manter a floresta em pé podia ser um bom negócio.”
Explicar créditos de carbono a gente que nem português fala direito (as reuniões eram traduzidas para o tupi-mondé) também não foi simples. “Tinha um idoso que dizia que os brancos eram estranhos, pois vendiam algo que não se pode tocar”, afirma a ambientalista.
Já a mudança climática foi fácil de entender. “A gente convive com ela no território”, diz Almir. (Fonte: Claudio Angelo/ Folha.com)
quinta-feira, 29 de março de 2012
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Último degelo aumentou nível do mar em 20 metros em 500 anos
O último grande degelo do planeta não aconteceu de forma constante, mas houve um período de aumento abrupto do nível das águas. Em menos de 500 anos, ele subiu cerca de 20 metros, segundo estudo publicado na revista científica “Nature” nesta quarta-feira (28).
O degelo começou há 15 mil anos e acabou há 12 mil. O ponto mais ativo aconteceu entre 14,5 mil anos e 14,3 mil, quando o nível de água subiu entre 12 e 22 metros no Taiti, Pacífico, segundo as medições dos analistas.
Os cientistas basearam sua pesquisa em medições efetuadas em Taiti e concluíram que a maior parte de água veio do degelo da Antártica. Nesse último grande degelo, as geleiras derreteram quase totalmente e elevaram o nível dos mares cerca de 120 metros no mundo todo.
Este aumento dos mares não foi nem gradual nem uniforme, mas aconteceu de forma especialmente intensa em um período de 500 anos, segundo Pierre Deschamps, geólogo e pesquisador principal do Centro Europeu de Pesquisa e Ensino de Geociências do Meio Ambiente (Cerege, na sigla em francês).
Pesquisa – Durante esta etapa, o nível das águas no Taiti teria crescido entre 3,5 e 5 metros por século, segundo o estudo. Para obter estes dados, Deschamps e seus colegas estudaram os fósseis dos corais e de uma espécie de búzio que habitaram o litoral norte, sul e oeste do Taiti.
O aumento das águas coincidiu no tempo com a Oscilação de Boelling, uma época na qual o clima se moderou e as massas de gelo continentais liberaram grandes quantidades de água no mar. No entanto, a cronologia exata do degelo e a origem de suas águas seguem sem esclarecer tudo, já que o nível dos mares não ascendeu de forma uniforme e é necessário estudar os aumentos em distintas costas do planeta.
Segundo os analistas, conhecer melhor estes fenômenos permitiria compreender como a mudança climática atual afetará os gelos polares nos próximos anos. As estimativas para o século 21 são de um aumento inferior a dois metros por século. (Fonte: Globo Natureza)
sexta-feira, 23 de março de 2012
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Água é um dos elementos mais afetados pelas alterações climáticas, diz presidente da ANA
A água é o principal veículo afetado pelas alterações climáticas, e o Pacto das Águas – documento firmado no 6º Fórum Mundial das Águas, na semana passada, em Marselha, na França – não tratou da questão devidamente. A declaração é do presidente da Agência Nacional de Águas (ANA), Vicente de Andreu Guillo. Ele participou nesta quinta-feira (22), quando se comemora o Dia Mundial da Água, de audiência pública da Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável da Câmara dos Deputados.
“O principal veículo afetado pelas alterações climáticas é a água. O documento [Pacto das Águas] precisa tratar dessa questão. A construção de reservatórios, mesmo sendo tema polêmico, minimiza incidentes como alagamentos e garante a ‘reservação’ [da água, no sentido de formação de reservatórios] em períodos de seca. Nós estamos dependendo de que, nesse processo de reforma da organização das Nações Unidas, a água passe a ter também uma verticalidade e não apenas essa transversalidade”, disse.
O presidente da ANA disse que também é necessária a criação de fundos globais para o desenvolvimento de políticas mais igualitárias em todo o mundo. No caso brasileiro, além de questões pontuais, como a qualificação do saneamento dos municípios, ele aponta como fundamental o fortalecimento do Sistema Nacional de Gerenciamento de Recursos Hídricos.
A coordenadora da Rede das Águas, da organização não governamental SOS Mata Atlântica, Malu Ribeiro, disse que o debate do capítulo 18 da Agenda 21, na Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20, tratou a água de forma cautelosa. “Se esse modelo proposto for colocado em prática, será o melhor modelo capaz de enfrentar as dificuldades da escassez. Sem sentarmos [à mesa, para discussão do tema] grandes usuários da água, como a agricultura, os municípios e os estados, será impossível fazer uma boa gestão da água”, ressaltou. (Fonte: Agência Brasil)
domingo, 18 de março de 2012
SHOPPING CAMBOIM: ATUALIDADES E OFERTAS ARRASADORAS!
Muitos mamíferos carnívoros são incapazes de sentir gosto doce, diz estudo
Pesquisadores estudaram os genes dos receptores do gosto adocicado em 12 espécies de mamíferos
Muitas espécies de mamíferos carnívoros perderam a capacidade de sentir sabor doce, devido à evolução de sua dieta consistente em comer carne exclusivamente, revelou um estudo divulgado nesta segunda-feira (12).
Muitas espécies de mamíferos carnívoros perderam a capacidade de sentir sabor doce, devido à evolução de sua dieta consistente em comer carne exclusivamente, revelou um estudo divulgado nesta segunda-feira (12).
Estudos anteriores já tinham demonstrado que os gatos selvagens e domésticos que se alimentam só de carne são incapazes de perceber o sabor doce devido a um defeito em seus genes.
A partir disto, cientistas do Instituto Monell na Filadélfia (Pensilvânia, leste) e da Universidade de Zurique, na Suíça, decidiram investigar se outros mamíferos que se alimentam de carne e peixe tampouco percebiam o sabor doce.
Para isso, estudaram os genes dos receptores do gosto adocicado em 12 espécies de mamíferos. E, para sua surpresa, descobriram que a percepção do doce tinha desaparecido em muitas espécies carnívoras.
“Pensava-se que o sabor doce fosse um traço universal nos animais. Que a evolução tenha levado de forma independente espécies tão diferentes a perdê-lo foi muito inesperado”, disse Gary Beauchamp, autor principal do estudo publicado na edição online das Atas da Academia Nacional de Ciências dos Estados Unidos (PNAS).
Assim, a preservação do receptor do sabor doce está estreitamente relacionada com os hábitos alimentares dos animais.
Entre os leões marinhos, o lobo-marinho antártico, as focas comuns, as lontras anãs orientais ou as hienas-malhadas, espécies exclusivamente carnívoras, os genes que controlam o receptor do sabor doce eram defeituosos, acrescentou o estudo.
Ao contrário, este receptor foi encontrado intacto no lobo terrestre, no urso de óculos, no guaximim e no lobo-vermelho, todas espécies carnívoras que também comem outro tipo de alimentos, especialmente doces.
A descoberta sugere que a perda da capacidade de perceber o sabor adocicado ocorreu ao longo da evolução, mostrando a importância das dietas exclusivas na estrutura e função do sistema sensorial dos animais, afirmaram os pesquisadores.
Também examinaram os genes dos receptores do sabor doce e ‘umami’ (gosto de carne) – dois dos cinco sabores básicos – em dois mamíferos marinhos que originalmente viviam na terra: os leões marinhos e os golfinhos nariz-de-garrafa.
Estes animais foram escolhidos porque engolem a comida, o que sugere que o gosto não é importante na escolha dos alimentos.
Como se esperava, a perda de sabor estava muito disseminada nos dois mamíferos. Os genes da ativação dos receptores para o sabor doce e o sabor ‘umami’ não funcionavam nos dois. Além disso, os genes responsáveis pelo gosto amargo estavam inativos nos golfinhos.
“Este estudo mostra claramente que os receptores do sabor na cavidade bucal não são necessários para a sobrevivência de algumas espécies”, concluiu Peihua Jiang, do Instituto Monell. (Fonte: Portal iG). POR:
quinta-feira, 8 de março de 2012
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